Perna sem varizes
Curso de Flebologia estética
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Local Curso Prático
Clínica Naturale Unidade I
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Bloco A CJ 51/52
Moema – São Paulo – SP
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Acessos :
Acesso 1 e Parking : Alameda dos Jurupis , 452
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Moema – São Paulo – SP
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CEP: 04078-000

 

seringa_de_pravaz

A Seringa de Pravaz

 

 

Curso Teórico - Prático de Formação em Estética Vascular

PROMOÇÃO:CLÍNICA NATURALE - SÃO PAULO
DOCENTE : PROF. DR. MIGUEL FRANCISCHELLI NETO
Curso São Paulo

EDIÇÕES I a V : (100% das vagas esgotadas)

Próximo Curso- VI Edição

12 a 15 de Abril de 2018

aguarde abertura de inscrições em breve

 

 

A Estética Vascular
Campos de Atuação e Justificativas

 

1- Flebologia Estética

Em 1813, na Itália, Monteggia sugeriu o uso de álcool absoluto para esclerosar vasos e depois Leroy D´Etioles, em 1835, escreveu à Academia de Ciências da França propondo o mesmo álcool absoluto, com a intenção de tratar aneurismas arteriais por esclerose, mas a técnica foi logo abandonada.

Em 1849, o cirurgião francês C. Pravaz, em Lyon, inventou a seringa e a agulha e as utilizou para introduzir uma substância esclerosante, o percloreto de ferro, em um aneurisma arterial. A descoberta da seringa e da agulha foi o início da moderna escleroterapia.

Ainda em Lyon, mais precisamente em 1853, no hospital “l’Hotel-Dieu”, que tinha disponível apenas uma seringa, recentemente apresentada, Valette em um dia de julho, Petrequin no dia seguinte e Desgranges três dias depois, estenderam a técnica de Pravaz, ao tratamento das varizes, utilizando o mesmo percloreto de ferro.

A escleroterapia passou a ter um longo e grande desenvolvimento, às vezes tendo a cirurgia como rival, e depois como aliada, mas nunca mais foi abandonada. Podemos considerar o tratamento das telangiectasias por meios químicos (esclerosantes), por meios físicos(eletroterapia, Laser e luz intensa pulsada), por meio físico – químico (crioescleroterapia) e combinados (associação de métodos).

No início a escleroterapia era praticada por clínicos como uma alternativa à cirurgia. Posteriormente, passou a ser utilizada como um complemento à cirurgia e para tratamento das telangiectasias, embora, continue sendo utilizada para tratamento de vasos de grande calibre por algumas escolas, principalmente européias e que agora nos influencia novamente .

Muitos são dignos de citação na verdadeira epopéia histórica da escleroterapia, no mundo . E o Brasil , a partir do conhecimento europeu, passou a dar sua contribuição.

Por causa da longa história, podemos encontrar no passado um grande número de médicos com espírito criativo que merecem ser lembrados, em qualquer estudo sobre este tema. E mesmo no Século XXI colegas de todas as partes do Brasil, continuam dando suas contribuições, muitas vezes a partir de suas clínicas privadas, para manter a Flebologia Brasileira, principalmente em sua vertente estética como a mais reconhecida do mundo. Mas a integração da Escleroterapia, ou Flebologia Estética como alguns chamam no currículo da Angiologia e Cirurgia Vascular, é prática que deve  continuar a ser desenvolvida e mesmo defendida por nós.

Conheça mais sobre esta história :

2- Hiperhidrose e Toxina Botulínica
A Hiperhidrose classicamente foi cuidada pelo cirurgião vascular que dominava a técnica da Simpatectomia Convencional  transformada na técnica  Videoendoscópica , que hoje divide com o Cirurgião Torácico. Já o  tratamento com a Toxina Botulínica foi praticado por poucos Cirurgiões Vasculares , embora os primeiro trabalhos apresentados em Congresso e publicados no Brasil sobre uso da Toxina Botulínica em Hiperidrose tenham sido realizados  no âmbito da SBACV. Estas foram não só as primeiras comunicações no Brasil, mas estão  entre as 5 primeiras no mundo:

Francischelli, M.N. , Francischelli, R. , Junqueira, L.R. Terapia com Toxina Botulínica para Hiperhidrose Palmar e Axilar. Cir. Vasc Angiol 15(3) ; 77, 1999 Suplemento

Francischelli, M.N. , Francischelli, R. , Tratamento com Toxina Botulínica para Hiperhidrose Palmar e Axilar. Cir Vasc Angiol16(2) Abril de 2000, p 45-54.

A técnica foi pouco divulgada entre nós e passou despercebida em um momento de grande desenvolvimento da Simpatectomia Videoendoscópica. Poucos Cirurgiões Vasculares praticaram a técnica, apesar do pioneirismo da SBACV. A Técnica de Multipontos e a Síndrome do Gatilho, aspectos do tratamento da hiperhidrose com a toxina botulínica também foram pioneiramente apresentados na SBACV, mas exatamente por não haver o setor de estética vascular bem desenvolvido, teve pouca repercussão, e o conhecimento e as técnicas acabaram sendo amplamente assumidas por outras áreas.


O tratamento da Hiperhidrose, seja pela cirurgia clássica ou pela opção da Toxina Botulínica pode e deve continuar sendo realizado pelo cirurgião vascular. A maior divulgação das técnicas não cirúrgicas é necessária.

 
3-LASER e a Luz Intensa Pulsada 
O LASER em cirurgia vascular , desde seu início foi praticado por cirurgiões vasculares no Brasil, mas o alto custo dos equipamentos impediram sua utilização por grande número de colegas. Hoje, a multiplicidade de usos e a possibilidade de aluguel facilitaram o acesso ao equipamento que deve ser mais bem conhecido . Pode ser aplicado em Telangiectasias de face, Telangiectasias do tronco, complementarmente em Telangiectasias de MMII, em Rosácea, em Hiperpigmentações Férricas, em Hemangiomas, em Nevos Vasculares . O EVLT vem sendo utilizado mais amplamente em nosso meio.
A  conhecida ação do LASER e Luz Pulsada em vasos e no cromóforo Hemoglobina justifica a técnica estar entre as práticas rotineiras do Angiologista/Cirurgião Vascular. vem encontrando cada vez mais indicações nos tratamentos, das telangiectasias e microvarizes além  da hiperpigmentação férrica pós tratamentos vasculares, nas telangiectasias pré-hemorrágicas , e outras indicações .  

 4- Tratamento ds aspectos do fotoenvelhecimento da pele associados a manifestações vasculares.

O fotoenvelhecimento da pele facial e do corpo, nas área expostas à ação da luz causa alterações onde as pigmentações mas também as telangiectasias tem papel presença preponderante. Os métodos de LASER e LIP são eficentes no tratamento dessas manifestações.


5.Telangiectasias de Face e outras regiões
Tem fisiopatologia diferente da Doença Venosa Crônica, estando mais ligada ao Fotoenvelhecimento da pele e a ação das comunicações arteriovenosas e arteriolovenular. Pela presença das comunicações a Escleroterapia é tratamento de risco , o LASER e a Eletroterapia apresentam melhores resultados. A sua associação a outras afecções da pele como a Rosácea e o Fotoenvelhecimento  tornam este tipo de telangiectasia uma entidade a ser melhor conhecida.

O Cirurgião Vascular pela sua formação pode trazer contribuições ao seu tratamento e esclarecer melhor sua origem.  Telangiectasias de outras regiões do corpo, como o colo, o pescoço , o dorso e o tórax podem se beneficiar do tratamento a LASER. O Fotoenvelhecimento e a Poiquilodemia de Civatte tem o aparecimento  de vasos como parte importante do quadro clínico, e a Luz Intensa Pulsada pode ser muito benéfica.  

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